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sábado, 31 de maio de 2014

Que raios de BOHO é esse?

Oi gente, tudo bem? Achei a frase que dá titulo a esse post sensacional! Foi de uma amiga minha, quando comentei que as irmãs Olsen são as maiores divas do Boho
Mesmo sabendo que atualmente elas são musas e mega empresarias do mundo da moda, só consigo lembrar delas assim! Irmãs Olsen, pequeninhas!
Enfim, para esclarecer boho é um estilo. Estilo que por sinal, esta cada vez mais em alta. Na verdade é uma mistureba de tendências, meio hippie chic, meio gipsy, "largado sem ser vulgar", alternativo, sem regras, esse é o boho. 

Um pouco de história: "A palavra Boho é uma abreviatura de “bohemian” nome dado aos ciganos do início do século XIX. Tal estética foi desenvolvida na década de 70, época em que o estilo de vida paz & amor, o grande desejo de liberdade e, ao mesmo tempo, as influências do rock, estavam muito em alta. Por misturar vários estilos, o estilo Boho é bem eclético, descontraído e transparece personalidade própria e autenticidade às mulheres adeptas"
São elementos típicos do boho, acessórios como: chapéus, bolsas artesanais de tricot, camurça ou couro,  lenços na cabeça, pulseiras e braceletes com motivos étnicos, batas, saias longas, peças sempre fluidas, sobreposições estilo Peru.
Estilo queridinho das celebs  e fácil de ser adaptado no dia a dia, o boho é favorito de muitas fashionistas, como as próprias irmãs Olsen, Alê Ambrósio e a musa Thayla Ayala ! Vamos conferir? E quem sabe inspirar copiar e colar, para aderir ao estilo?



segunda-feira, 10 de março de 2014

Eu indico: O Segredo do Chanel nº 5

Fui apresentada a essa palavra a pouquíssimo tempo, branding nada mais é do que uma história, um contexto que te faz consumir algo ou algum produto. E antes mesmo de se pensar em estudar o consumo e como funciona essa enorme indústria, Gabrielle Coco Chanel já dava aula sobre o assunto. Li uma matéria sobre o livro "O Segredo do Chanel nº5", o que me fez correr e compra-lo, encontrei  AQUI e indico para quem se interessa pela indústria, comercio e todo esse fantástico meio da moda.
Comecei a me interessar pelo assunto acerca de uma ano, quando já havia criado com mais  três sócias uma marca chamada Gurias Phynas, que inicialmente produzia t-shirts personalizadas. E hoje, tendo um pouco mais de conhecimento da causa graças ao livro, percebo que inconscientemente, ou talvez no instinto seguíamos, de forma bem amadora, alguns dos princípios basilares que o livro traz para que uma marca se consolide.
O livro é bem repetitivo na realidade, "vai e volta" várias vezes (se é que me entendem), mas não menos fascinante por isso. Para quem gosta de história é um prato cheio também, no contexto tanto da marca como da propria Gabrielle, que por muitas vezes se fundem, temos noção do que foram os anos que a França foi dominada pelos nazistas, na visão de uma jovem lutando para consolidar uma marca. 
Ainda, o que é muito marcante ao longo da narrativa, é a personalidade da "musa".  Sempre a frente de seu tempo, determinada, detalhista, exigente, revolucionária. O livro na realidade é uma visão geral desde a infância de Gabrielle, passando pela época que foi costureira, dançarina em um cabaré, seus primeiros anos como estilista e enfim, o nascimento da marca Chanel. 
Ao longo do texto, são nítidas as técnicas e porque não dizer, dicas de Gabrielle Chanel, para divulgar sua marca, entre elas estão: Procurar "os melhores" para lhe prestar assistência, no caso do perfume, Gabrielle procurou o melhor perfumista da região para criar a formula. 
Trabalhar com a exatidão cirurgica, Gabrielle buscava uma formula nova, diferente de tudo que já haviam visto (ou sentido), o Chanel nº 5, segundo a própria criadora, deveria ser exuberante e sensual e além disso, com "cheiro de limpeza". Sua exigência em relação a este padrão é que levou a marca a excelência. 
Outro ponto: "Lançar o produto" e quando ela fala sobre essa questão, quer dizer "em alto estilo". Apresentar o produto em uma festa, evento, convidar pessoas influentes e do meio, pessoas formadoras de opinião, que naturalmente usando do produto, farão propaganda. 
Mais um ponto fantástico: "Provocar as pessoas antes do lançamento". Deixar no ar coisas do tipo "vem aí", ou "aguardem o melhor perfume do mundo", fazem parte da lista Coco Chanel de divulgação e venda. Entre a lista, digo dicas, estão também: controlar os detalhes, trabalhar muito no início até que a marca se consolide e até que você possa pagar pessoas de confiança para fazer esse exigente controle. E também valorizar o simbolo, ou logotipo da marca, espalhar o máximo possível, cercando de atitude e personalidade, criando uma verdadeira atmosfera de "preciso comprar tal coisa para ser legal". 
Enfim, indico a leitura! Realmente acredito que marcas não se consolidam sozinhas e que sorte neste ramo não se aplica. O livro é ótimo não só para quem cria uma marca, mas também para quem se interessa na Coco Chanel, diva maior do cenário fashion. Um beijo, espero que tenham gostado!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Você tem que conhecer: Anna Bours

Gente, a vida anda ligeiramente atribulada! Fim da faculdade, festa de formatura, vestido, enfim uma porção de coisas. Estou me esforçando bastante para manter o blog atualizado com assuntos interessantes e conteúdo, agradeço de coração todos que frequentam o blog e principalmente o pessoal querido que sempre me deixa alguma mensagem carinhosa! Nessas fases mais complicadinhas e cansativas é fundamental o apoio de gente que gosta do que faço, só tenho que agradecer o carinho!
 
Chega de blábláblá, essa semana trouxe para o blog o trabalho da ilustradora Anna  Bours. Já comentei varias vezes, o quanto adoro desenhos. E sempre busco trabalhos inovadores de artistas que mesclam esse gosto pelo desenho e moda. Anna faz isso com muito propriedade e vire e mexe você vê um desenho dela por aí, pena que nem todo mundo credita. Ela é super talentosa, confere alguns dos seus lindos desenhos!
 







terça-feira, 26 de novembro de 2013

Nada se cria, tudo se copia?

Gurias, eu adoro conhecer trabalhos e artistas novos, principalmente propostas artísticas que se relacionem com a moda.
Recentemente conheci o Blog Part Nouveau, que tem por principal objetivo mostrar que nesse cenário artístico é muito difícil não "copiar" alguma coisa que já foi feita. No blog, obras antigas e suas "releituras" atuais são colocadas lado a lado! Complicado falar em cópia, prefiro inspiração. Algumas imagens são cópias descaradas e não vejo problema, pois vira um espécie de homenagem à algo bacana que já foi feito. O que não gosto é tentar passar a imagem de original, quando na realidade não foi ideia sua. Confesso que ultimamente tenho ligado muito a questão da copia, com a falta de personalidade. Enfim, assunto para outro dia! Vamos conferir?







 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

História e moda: It bags

Sabem aquelas bolsas desejo? Aquelas que a gente tem que dar de entrada o carro para levar para casa Haha! Até elas tem uma história para contar e se você se interessa por moda, certamente vai querer saber um pouco mais sobre as curiosidades das principais it bags.
 
Birkin (Hermès) – Essa bolsa foi feita em homenagem à atriz e cantora Jane Birkin, ícone de estilo e ousadia. Exclusivíssima, a Birkin é tão limitada que quem quiser uma tem que esperar um bom tempo na fila.  O preço da bolsa Birkin? O custo desta maravilha é bastante variado e depende de muitos fatores, como as edições limitadas ou especiais, tipo e cor do couro, etc., mas a base é mais ou menos de 6.000 euros, atingindo mais de 120.000 euros para aquelas personalizadas por celebridades como as incorporadas com diamantes, por exemplo.
2.55 (Chanel) –  criada por Coco Chanel, é primeira bolsa tiracolo de uma grande grife. A explicação do modelo? AS mulheres estavam começando a sair da vida doméstica para entrar no mercado de trabalho e precisavam manter as mãos livres para facilitar. Legal, né? O nome é em referência ao mês e ano em que foi criada: fevereiro de 1955. O valor gira em torno de  5.000 dólares.
 Jackie O (Gucci) – O modelo foi muito usado por Jackie Kennedy Onassis, ex-primeira-dama dos EUA. Ela era uma mulher muito elegante e por ter desfilado até com esse modelo por aí, a Gucci rebatizou a bolsa de Jackie O para homenageá-la.
Lady Dior (Christian Dior) – Esse modelo de mão, criado em 1995, foi oferecido como presente pela primeira dama francesa para a Princesa Diana. Lady Di sempre estava com essa bolsa, que foi rebatizada de Lady Dior por conta disso.  Ela gostou tanto que encomendou uma de cada versão existente do modelo.
 *Todos os textos foram retirados do post "A história por trás das It Bags", do Blog Carol Tognon. Imagens: Lookbook, Google.



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

História e Moda: Coco Chanel

Hoje vamos falar um pouco de história e moda no Chá das Cinco. E como abordar esse assunto sem citar a amada Coco Chanel? Que pode ser considerada um ícone da moda, mas acima de tudo é uma grande revolucionária.
Gabriele Chanel, também conhecida como Coco Chanel, nasceu em 1883 e morreu em 1971, aos 87 anos. Há mais de 100 anos no mercado, a marca Chanel foi fundada pela estilista francesa, que começou com uma loja de chapéu.
A marca foi se fortalecendo e foi expandindo a  sua linha de produtos e começando a fazer roupas e acessórios também.
O que mais destacou Chanel na época foi o novo conceito de moda trazido por Gabriele, um conceito que dizia que mulheres não precisavam se montar em vestidos com espartilhos apertadíssimos e roupas cheias de babado.
Coco Chanel, sempre preservou o conforto das suas roupas e acessórios, além de unir o estilo clássico e minimalista em suas composições.
A maioria das pessoas conhece os principais clássicos criados por Chanel, como o casaqueto de tweed e as blusas listradas (que atualmente se popularizaram muito). Porém, poucos sabem a real história de luta e superação por traz da glamorosa vida de estilista e ícone da moda de Chanel. Para quem se interessa pelo assunto, aconselho o filme Coco antes de Chanel.

 
Assim como sua moda, seu pensamento não envelhece: A moda se vai, apenas o estilo permanece”